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30/09/2008

All Together Now - Release oficial

APPLE CORPS LTD.,
CIRQUE DU SOLEIL e EMI MUSIC
anunciam o lançamento do DVD
‘ALL TOGETHER NOW’
24/09/2008

Apple Corps Ltd. e Cirque du Soleil confirmaram o lançamento, em 20 de outubro, do documentário de longa-metragem ‘All Together Now,’ em DVD, que será comercializado e distribuído, em todo mundo, pela EMI Music. O lançamento do DVD coroa a fantástica receptividade do documentário em festivais de cinema pela América do Norte, incluindo a lotada estréia americana no Silverdocs Festival, em Washington, D.C.. O Washington Post
classificou o filme como “uma combinação perfeita entre o melhor de dois mundos – os Beatles e o Cirque du Soleil.”

“All Together Now” foi apresentado em vários festivais nos Estados Unidos e no Canadá, em 2008. As apresentações foram recebidas com entusiasmo no Cinevegas Festival, em Las Vegas, e no Hotdocs Festival, em Toronto. O documentário será exibido em Londres na 16ª edição do Raindance Film Festival, em 9 de outubro. O documentário detalha a história por trás da exclusiva parceria entre os Beatles e o Cirque du Soleil, que resultou na criação e no lançamento, em 2006, de LOVE – a produção teatral, ainda em cartaz com sessões lotadas no The Mirage, em Las Vegas – e o álbum experimental dos Beatles, que garantiu dois Grammy Awards para os produtores Sir George e Giles Martin. O filme é dedicado à memória de Neil Aspinall, ex-CEO de Apple Corps e produtor executivo do DVD.

‘All Together Now’ narra fielmente como o projeto LOVE ganhou vida, nascido da amizade pessoal de George Harrison com o fundador do Cirque du Soleil, Guy Laliberte. O diretor Adrian Wills viajou por Londres, Montreal e Las Vegas gravando as primeiras reuniões entre as equipes de criação do Cirque du Soleil e Apple Corps Ltd., e filmando as contribuições de Paul McCartney, Ringo Starr, Yoko Ono e Olivia Harrison.

Estes estágios iniciais do projeto foram filmados, assim como os primeiros ensaios no teatro do Mirage Hotel, em Las Vegas, completamente reconstruído com um sistema de som exclusivo e um complexo cenário circular para abrigar o espetáculo LOVE. Sir George e Giles Martin, os diretores musicais do show, envolveram-se integramente com a notável equipe de criação do Cirque du Soleil, artistas e produção. Até mesmo as diferenças conceituais entre os envolvidos, parte inevitável em qualquer processo criativo, estão presentes no documentário e ilustram o
amor e o respeito dos participantes pela música dos Beatles.

Além de seus papéis no filme principal, Sir George e Giles, juntamente com o engenheiro Paul Hicks, também são tratados com especial destaque no bônus intitulado “Changing the Music,” que revela, com detalhes fascinantes, como a música foi criada e os desafios por eles enfrentados.

Conteúdo do DVD:
‘All Together Now’ documentário (84:00)

Bônus:
“Changing The Music” (22:00):
Um olhar detalhado sobre a decisão de rearranjar e remixar a música dos Beatles para o show

“Music In The Theatre” (09:00):
Revela o processo de criação do exclusivo projeto de audio para o espetáculo LOVE no teatro.

“Making ‘LOVE’” (10:00):
Passe livre para explorar os bastidores da elaboração de LOVE, incluindo direção de arte, os trajes, os objetos usados no palco, as imagens projetadas e o uso das vozes dos Beatles na produção teatral e na trilha sonora.

Governo espionava os Beatles

O governo britânico espionou os Beatles, e documentos dos Arquivos Nacionais britânicos em Kew Gardens, Londres, mostram como isso ocorreu durante oito anos, segundo reportagem publicana nesta segunda-feira (29) pelo diário italiano 'La Repubblica'. Segundo os documentos, diplomatas enviavam a Londres informações sobre as movimentações dos roqueiros (hora por hora) em suas turnês internacionais, policiais infiltravam-se em reuniões privadas do grupo, e funcionários do Tesouro britânico verificavam seus ganhos minuciosamente.

Os nomes dos quatro rapazes de Liverpool encontram-se em dossiês do Ministério de Relações Exteriores, do Banco da Inglaterra e da Scotland Yard da época. Entre os fatos que aparecem nos documentos, está a história da suposta ameaça de assassinato que eles sofreram durante uma turnê ao Japão em 1966, a tentativa fracassada do grupo de comprar uma ilha no Mar Egeu para passar férias em 1967, e os registros sobre a prisão de John Lennon e sua mulher Yoko Ono em 1968 em Londres por porte de maconha.

Também está em Kew Gardens o processo que Paul McCartney moveu contra os três ex-companheiros em 9 de agosto de 1972, depois do fim da banda. O documento registra os royalties recebidos por John, Paul, George Harrison e Ringo Starr nos dois anos precedentes. O material foi recuperado na semana passada pelo pesquisador Mario J. Cereghino, segundo o jornal italiano. Os documentos mostram que não apenas o FBI (polícia federal americana) e a CIA (serviço secreto) investigavam os músicos, como já era sabido.

Paul vai lançar disco Techno

Paul McCartney vai lançar um disco de música eletrônica sob o pseudônimo de The Fireman. “Electric arguments”, o terceiro trabalho do ex-Beatle com o produtor Youth, sai em novembro e deve misturar diversos estilos, segundo reportagem da BBC. A dupla tentou manter sigilo sobre sua verdadeira identidade quando seu primeiro disco foi lançado, em 1993, mas a informação acabou vazando e foi divulgada na imprensa. Em 1998, Sir Paul e Youth lançaram “Rushes”. Uma das faixas do novo álbum será disponibilizada para download aos adeptos da campanha “Adopt-A-Minefield”. Este será o primeiro disco de McCartney desde o lançamento de “Memory almost full”, do ano passado. O álbum chegou ao terceiro lugar nas paradas americanas e vendeu cerca um milhão e meio de cópias no mundo todo até agora.

Inéditas de John, Paul e George

Confirmando a deixa no final de sua entrevista ao Portal Beatles Brasil meses atrás, o produtor Marcelo Fróes lançará, em novos discos de seus selo Discobertas, distribuídos pela gravadora Coqueiro Verde, uma canção inédita de John Lennon, George Harrison e outra de Paul McCartney. Os títulos ainda são guardados em segredo, mas são canções nunca antes gravadas em disco por
ninguém no mundo. Mais detalhes nas próximas semanas.

26/09/2008

Paul faz show para 40 mil em Tel Aviv

TEL AVIV - O ex-Beatle Paul McCartney realizou com sucesso seu show "Amizade primeiro" no parque Yarkon em Tel Aviv diante de 40 mil pessoas que ouviram 30 canções da carreira solo e dos Beatles. Paul sofreu ameaças de líderes islâmicos radicais que entenderam sua visita como um endosso da política israelense contra os palestinos mas nada aconteceu.

Centenas de policiais montaram um esquema de segurança. A polícia informou que era apenas o necessário para uma aglomeração daquele tamanho e que não houve medidas extraordinárias por falta de ameaças concretas. Paul rebateu as ameaças com uma declaração de que ia ao país pela paz entre israelenses e palestinos. Ele incluiu no roteiro a canção "Give peace a chance", de John Lennon, que a multidão cantou com ele e, depois, sozinha.

Os Beatles foram proibidos de se apresentar em Israel há 43 anos sob alegação que eram uma "influência perniciosa". McCartney desembarcou quarta-feira em Tel Aviv e, ao chegar no hotel, acenou para os fotógrafos:

- Alô, sou eu. Sou eu de verdade, podem estar certos -brincou.

Horas depois fez uma visita surpresa a Belém, na Cisjordânia, onde acendeu uma vela na Igreja da Natividade, erguida no lugar onde Jesus teria nascido.

- Precisamos de paz na região e de uma solução com dois estados. Trago uma mensagem de paz que é o que a região precisa. Esta é a minha pequena contribuição - disse ele.

A proibição aos Beatles em 1965 foi atribuída à primeira-ministra Golda Meir, mas o historiador israelense Alon Gal disse à agência Reuters que a proibição veio de uma junta cultural, já extinta, porque tinha havido tumultos na passagem pelo país do artista inglês Cliff Richard, um placebo
de Elvis Presley. O embaixador israelense na Grã-Bretanha pediu desculpas em janeiro pela recusa aos Beatles e convidou Paul e Ringo a irem tocar no país. A visita de Paul teve ecos da Beatlemania com todas as rádios tocando músicas do quarteto e da carreira solo de cada Beatle. Israel é freqüentemente boicotado por artistas populares estrangeiros que temem ser confundidos como simpatizantes do governo em sua dura política contra os palestinos.

Israel vibra com clássicos dos Beatles

Cerca de 40 mil pessoas vibraram esta quinta-feira ao som de clássicos dos Beatles naquele que foi o primeiro concerto de Paul McCartney em Israel, noticia a Associated Press. O Yarkon Park, em Telavive, acolheu os milhares de fãs do músico inglês, que não cedeu a pressões por parte de algumas organizações palestinianas para que cancelasse o espectáculo.

Fãs envergando t-shirts dos Beatles ou com dizeres como «I love Paul» cantaram em coro «Give Peace A Chance», enquanto que «Live And Let Die» teve direito a fogo de artifício. Sob o nome «Friendship First», o concerto foi, segundo o próprio McCartney o seu contributo para o processo de paz entre israelitas e palestinianos, «através da música». O músico de 66 anos comunicou com os fãs em inglês, mas fez questão de desejar boas festas em hebraico, numa altura em que os judeus se preparam para festejar a chegada de um novo ano.

O primeiro concerto de McCartney em Israel aconteceu 43 anos depois dos Beatles terem sido proibidos de actuar no país, uma vez que as autoridades receavam que os 'Fab Four' corrompessem os jovens israelitas.

Paul canta pela paz em Israel

Na noite de quinta-feira, o ex-beatle Paul McCartney traduziu em música sua mensagem pacifista para cerca de 40 mil fãs israelenses num parque em Tel Aviv. Ele cantou 'Give Peace a Chance, do falecido parceiro John Lennon, além de várias canções dos Beatles. Na quarta-feira, McCartney fez turismo por Belém, na Cisjordânia, onde visitou Igreja da Natividade, ele participou de uma visita guiada e acendeu velas e rezou pela paz entre Israel e palestinos.

O show de quinta-feira foi batizado de "Amizade Primeiro", e faz parte da turnê mundial do astro de 66 anos, a primeira a levar McCartney para várias cidades em que nunca tinha tocado. A calorosa recepção é for McCartney na viagem é praticamente o oposto da rejeição que os Beatles sofreram em 1965, no auge da carreira. Na década de 60, como no resto do mundo, Israel vivia a Beatlemania, mesmo com a proibição oficial da música do grupo no país.