13/11/2009

Filho de Paul lança disco com a sua banda The Light


O filho de Paul McCartney, James, vai lançar seu primeiro disco ao lado de sua banda, o The Light, inspirado na obra de seu pai e dos Beatles. Segundo o “Contactmusic”, o The Light foi formado por James após ele se juntar com o baterista Bryan Johnson e com o baixista Charlie Turner. Todos cresceram em Allerton, mesmo bairro de Liverpool onde Paul McCartney passou sua infância.

Ao contrário do pai, James é guitarrista e revelou que já toca há algum tempo. “Eu toco desde os nove anos e componho desde essa época. Eu conheci minha banda há um ano. O produtor David Kahne nos apresentou e meu pai ajudou”, revelou James ao “The Sun”. O filho de Paul revelou ainda que já está gravando seu primeiro disco, que será influenciado por The Bealtes, Nirvana, The Cure, PJ Harvey, Radiohead e “todo tipo de música boa”.

Ainda de acordo com o “Contactmusic”, o lançamento do “The Beatles: Rock Band” acabou influenciando também os netos de McCartney, Arthur, 10, e Elliott, 7, filhos da filha de Paul, Mary. “Eu estava nos estúdios Abbey Road outro dia e Paul estava lá. Ele estava acompanhado de suas filhas Beatrice e Mary, que estava com seus garotos. Eu falei pra eles, ‘vocês querem jogar fingindo ser seu avô?’ Eles adoraram”, afirmou Giles Martin, filho do produtor dos Beatles George Martin.

Pete Best gostaria de rever McCartney e Ringo

Imagine perceber que a banda da qual você era membro até o ano anterior está se tornando a maior do mundo, mudando a história da música. Isso foi o que aconteceu com o britânico Pete Best, baterista dos Beatles de 1960 a 1962. Na Argentina, onde se apresenta com a banda The Beats, Best conversou com o Terra por telefone e falou sobre os shows que vai fazer no Brasil no próximo sábado (no Vivo Rio - RJ) e no domingo (No HSBC Brasil, em SP).

Confira a entrevista:

Os Beats são considerados a melhor banda cover dos Beatles no mundo. O que você acha deles no palco?
Eu os conheci em Liverpool e me convidaram para tocar com eles na América do Sul. Quando vi os músicos tocando, fiquei muito impressionado. É certamente a melhor banda cover dos Beatles que eu já vi.

É a primeira vez que você toca no Brasil?
Eu fiz um show com os Beats em Porto Alegre, no início do ano. Mas esta é a primeira vez que vou realmente tocar para o público de São Paulo e Rio de Janeiro.

E como é a sua participação nos shows. Quais músicas tocará para o público brasileiro?
Primeiro batemos um papo, que é meio engraçado. Depois toco duas músicas: My Bonnie, quando falamos sobre as sessões de gravação, e Rock And Roll Music, para mostrar um pouco do bom e velho rock and roll para os brasileiros.

Te incomoda ainda ser vinculado aos Beatles, mesmo estando fora da banda há tanto tempo?
É legal porque as pessoas ainda lembram de mim pelos dois anos que toquei com a banda, antes dela se tornar a mais icônica do rock. Mas depois dos Beatles montei a minha própria banda, com a qual já rodei o mundo tocando. E é sempre bom ter no currículo que toquei com o maior grupo do mundo (risos).

Você ainda tem contato com Paul McCartney ou Ringo Starr? Conversava com os outros integrantes depois de ter saído da banda?
Não. Não converso com nenhum dos integrantes desde 1963, quando subimos ao palco juntos pela última vez, depois que eu já havia deixado o grupo. Nossas vidas tiveram rumos diferentes. Do meu lado, as portas estão abertas, não há mágoas. Não somos mais garotos, todos já temos netos, seria gostoso sentar novamente com eles e rir sobre os bons momentos que tivemos naquele tempo.

O que achou do relançamento do catálogo da banda remasterizado? E o The Beatles Rock Band?
Eu vi sim o Rock Band. Acho que é algo divertido se você já tem uma noção musical e quer tocar aquelas músicas. Mas se você não sabe tocar, não é o jeito certo de aprender. Aí é preciso estudar muito, treinar muito sozinho, para tocar de verdade. Quanto aos discos remasterizados, eu ouvi sim. Acho ótimo que tenham trazido de novo as músicas dos Beatles para os tempos modernos. Mas não consegui achar muita diferença. Só ouvindo muitas vezes para achar mudanças.

Depois de sair da banda, você continuou acompanhando os ex-companheiros? Era um fã dos Beatles na época? Sim, ouvia os Beatles como todo mundo, vi alguns shows na televisão. Queria saber para onde a música estava indo. Como músico, sempre tive esse interesse. É claro que era diferente para mim, porque eu fui parte daquilo, mas eles estavam conquistando tantas coisas, tinha a "beatlemania" acontecendo no mundo todo.

Tinha algum tipo de remorso naquela época? Assim que saí da banda e por um tempo era algo que me incomodava. Eu achava que deveria estar ali, fazendo parte daquele sucesso. Mas o tempo passou, minha vida mudou, me casei, virei pai, avô. As prioridades mudaram.

Você se arrepende de ter saído da banda? Um dia percebi que não era para ter acontecido mesmo, segui o rumo que minha vida levou. Continuei na música. Hoje, mais de 40 anos depois, tenho minha banda, continuo fazendo o que gosto. Prefiro pensar que, sim, seria muito legal participar de tudo aquilo, mas por outro lado talvez não fosse a vida que eu escolhi para mim.
Fonte: Redação Terra

Pete Best e The Beats

Fundada há 20 anos na cidade de Buenos Aires, a banda The Beats é referência quando o assunto é fazer cover dos famosos Beatles. Para mostrar essa hegemonia, eles sobem ao palco do HSBC Brasil ao lado de Pete Best, baterista dos Beatles entre 1960 e 1962. O músico chegou a gravar cerca de 30 músicas com McCartney e Lennon.

O espetáculo mostra toda a história e musicalidade do grupo inglês. Além disso, os argentinos ainda têm a exclusividade de utilizar a única coleção completa de instrumentos musicais que foram usados pelos garotos de Liverpool. No repertório, grandes sucessos como Ticket To Ride, Help, Yesterday, She Loves You, Yellow Submarine, entre outros.

The Beats é formado por Patricio Pérez (cover de George Harrison), Diego Pérez (de John Lennon), Rubén Tarragona (de Paul McCartney) e Nico Natal (de Ringo Starr).

Local:
HSBC Brasil
(Antigo Tom Brasil - Nações Unidas)
Preço(s):
R$ 80,00 a R$ 160,00
Data(s):
15 de novembro de 2009
Horário(s):
Domingo, 20h

Pete Best se apresenta no Brasil

Demitido dos Beatles pouco antes do estrondoso sucesso mundial, o baterista Randolph Pete Best até o suicídio tentou. Primeiro a assumir as baquetas no quarteto de Liverpool, entre 1960 e 1962, o ex-beatle, hoje aos 67 anos, passou a capitalizar seu destino histórico. Usualmente requisitado para falar daqueles tempos, o baterista também montou sua própria banda, a Pete Best Band, e dá canjas com o grupo argentino The Beats, considerado o melhor cover dos Beatles no mundo. A dobradinha se apresenta pela primeira vez na cidade neste sábado, no Vivo Rio.

Os hermanos não só tocam e cantam igual aos originais como também se assemelham fisicamente a John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr. “É uma experiência impressionante tocar com eles”, garante Best, que viveu bem de perto a intimidade dos Beatles. No show, o baterista de carteirinha número 001 toca um punhado de músicas da época em que integrava o conjunto, como ‘My Bonnie’ e ‘Rock and Roll Music’. “Naquele período a gente arrebentava! Foi lá que foram definidas as pedras fundamentais de tudo o que os Beatles continuaram fazendo depois”, decreta.

Substituído por Ringo Starr, que alguns chamam de ‘o pior baterista do mundo’, Best não faz coro ao que poderia passar por um recalque de sua parte. “Já ouvi coisas piores do Ringo, mas também já escutei grandes elogios, cada um tem a sua opinião”, esquiva-se, com elegância britânica.Elogios mesmo, Pete Best faz a outros bateristas, como Gene Krupa, Buddy Rich, Kenney Jones e Ginger Baker, que aponta como os melhores.

Best diz que gosta muito da música brasileira e latina em geral. “Comecei a me interessar pela bateria ouvindo esses gêneros”, conta. Outra paixão do músico é o futebol. E aí novamente o Brasil entra em campo: “Gosto do esporte, acompanho, sou torcedor do Everton (clube de futebol inglês, de Liverpool) e, claro, admiro o futebol brasileiro”.
Fonte: O Dia

07/11/2009

Lançado o primeiro trailer de "Nowhere Boy"

Neta de Ringo estréia no mundo do Rock




Tatia Starkey, filha de Zak Starkey (Neta de Ringo), após ser dançarina de boate por um tempo, montou uma banda e adotou o nome de palco Veronica Vant.A banda chama Belakiss e tem como vocalista Ruari Meehan - filho do baterista Tony Meehan do The Shadows. Quem quiser escutar: http://www.myspace.com/belakissband

Beatles viram coleção de bolsas

A parceria entre a marca The Beatles e a Comme Des Garçons teve sua data de lançamento confirmada para o dia 20 de novembro. As camisetas, bolsas e malas chegam primeiro à nova loja conceito da marca em Tóquio, no Trading Museum, e depois serão lançadas no espaço da grife no Dover Street Market, em Londres. Outros mercados devem conhecer a linha apenas em 2010.

A maçã, em referência à Apple Corps Ltd.,empresa que administra a marca e direitos autorais do banda, tornou-se um dos principais destaques da coleção. A estilista da Comme Des Garçons, Rei Kawakubo, teve acesso ao arquivo da Apple como imagens, fotos, e outros materiais de referência. Ela explicou que sua principal preocupação foi criar peças conceituais para que nada ficasse parecido com souvenir dos Beatles. "Pensei que seria melhor me concentrar em uma idéia central, então decidi construir a coleção em torno da ideia das malas", disse ao site WWD.

Os preços vão de US$ 115 para as camisetas até US$ 860 para as malas mais caras. Nenhuma delas é feita de couro, uma exigência de Sir Paul McCartney, militante de causas de defesa dos animais.

São 10 modelos, todos feitos no Japão, e os materiais escolhidos foram poliuretano ou PVC estampado. A parceria prevê o lançamento de novos modelos, pois o projeto entre as empresas tem duração de três anos.

Fotos dos Beatles em "Help!" vão a leilão

Fonte: Reuters

Sete fotos em preto-e-branco dos Beatles sentados em um campo gramado, tiradas por uma adolescente no último dia de filmagem do filme "Help!", serão vendidas em um leilão na próxima semana, informou uma casa de leilões nesta sexta-feira. Gwyn Blanchard, então estudante de 13 anos, passou meia hora sob a chuva com um grupo de amigos no set de filmagem do segundo filme dos Beatles, esperando por um autógrafo, mas acabou sendo convidada para conversar com seus ídolos.

"Sabíamos que a filmagem ia acontecer naquele dia. Sendo crianças, nós fizemos um plano", disse Blanchard, que morava perto da locação. Em "Help!", lançado em 1965, os Beatles tentam escapar das garras de uma cultura misteriosa. A trilha sonora inclui alguns dos maiores sucessos da banda, como "Ticket to Ride".

Enquanto os adolescentes estavam caminhando para o set, os Beatles passaram de carro e foram para o trailer da gravação. Blanchard e seus amigos decidiram esperar do lado de fora e ela disse que, por um momento, duvidou que fosse conseguir os autógrafos. "Estávamos com os cadernos da escola abertos, esperando eles saírem, quando a porta abriu e o gerente disse: 'venham vê-los'."

"John Lennon estava sentado na minha frente", disse Blanchard à Reuters em entrevista por telefone. "Dei meu caderno a ele primeiro. Depois ele passou para o Ringo, e aí a caneta não funcionou", contou. "John era o mais falante. Eles estavam brincando e sorrindo."

Vários dias depois ela voltou ao set, quando os Beatles estavam filmando a cena na qual eles brincam ao lado de alguns tanques. Blanchard tirou algumas fotos, com os integrantes da banda descansando entre as gravações. "Eu tinha apenas uma Kodak de plástico pequena. Nós estávamos muito perto", disse ela.

Blanchard contou que manteve as fotos e os autógrafos em uma caixa por várias décadas, mas decidiu vendê-las agora. A casa de leilões Cameio Auctioneers, que vai realizar a venda em 10 de novembro, disse que as fotos, acompanhadas dos autógrafos em um caderno, podem valer de 2 mil a 3 mil libras (3.300 a 4.950 dólares).

Apple vai relançar álbuns dos Beatles em vinil

A gravadora Apple já está em fase de produção de todos os vinis remasterizados dos Beatles. Segundo um executivo da empresa em entrevista a Mojo Magazine, não há data prevista para o lançamento.

"Nós estamos trabalhando nesses discos agora”, disse Jeff Jones. “Eu não tenho ideia de quando será lançado. Se eu estipular uma data nos coloco em uma situação de lançar algo que não está realmente pronto.

O executivo negou também que, ao contrário do que alguns sites anunciaram esses discos não serão lançados em janeiro.

Jones ainda comentou que esses discos poderão ser lançados em um box especial, assim como com os CDs. "É uma coisa incrivelmente complicada ter que pegar as gravações originais e lever para outro lugar, mexer. Além disso, é um custom muito alto”, comentou.

"Nós queremos ter a certeza de que estaremos fazendo a coisa bem feita e que as pessoas entendam e tenham o real valor disso”, finalizou o executivo.

Yoko Ono divulga nova campanha

NOVA YORK (Reuters Life!) - Ninguém sabe melhor que Yoko Ono quanto o ativismo das celebridades progrediu nos últimos 40 anos. Yoko inspirou toda uma geração de famosos ao aparecer na cama com o falecido marido John Lennon em 1969 para promover a paz mundial, enquanto a Guerra do Vietnã acontecia.
Dos eventos "Live Aid", "Band Aid" e até "Farm Aid" nos anos 1980 até a turnê de Bono pela África com o secretário do Tesouro norte-americano Paul O'Neill no início desta década, o envolvimento de estrelas pop em causas que vão da política à redução da pobreza é onipresente. Mas nem sempre foi assim.
"Quando John e eu estávamos conversando sobre a paz mundial e o amor e essas coisas todas, fazendo coisas como a entrevista na cama, as pessoas riam de nós, você sabe", disse Yoko à Reuters. "Mas agora acho que todos estão envolvidos porque sabemos que temos que fazer algo a respeito deste mundo."
Yoko se uniu com a Hard Rock International para a campanha "Imagine There's No Hunger" (imagine não haver fome). Como em suas iniciativas anteriores, a música é presença central, incluindo uma canção de Lennon, mas seu uso evoluiu para acomodar a geração digital. A campanha, que vai arrecadar fundos para o grupo de combate à pobreza sem fins lucrativos World Hunger Year (WHY), faz referência à famosa canção de Lennon "Imagine", de 1971.
A WHY está lançando um álbum chamado SERV4, disponível para download, para levantar o dinheiro. O disco custa 12 dólares e cada música sai por 0,99 dólar, e estará disponível na rede Hard Rock, em hotéis e no site a partir de 9 de novembro, com downloads também no iTunes e na Amazon.